Introdução 1: O Pesquisador Independente
Era uma tarde chuvosa em São Paulo quando você encontrou a carta. Um envelope pardo, sem remetente, deslizado por baixo de sua porta. Dentro, páginas amareladas de um diário, com anotações sobre crianças desaparecidas e a Biblioteca Mário de Andrade. Como investigador independente de fenômenos inexplicados, você já viu muito, mas algo naquelas páginas fez seu sangue gelar. Especialmente o trecho sobre sonhos compartilhados e vozes antigas. Agora, parado em frente à imponente fachada da biblioteca, você sente o peso daquelas palavras. A chuva continua caindo, e cada gota parece sussurrar uma história diferente.
Introdução 2: O Ativista Indígena
O sonho veio novamente na noite passada. Sua prima, Ana, de apenas 8 anos, cantando em uma língua que você reconhece dos anciões. Faz três meses que ela desapareceu, e a polícia já arquivou o caso. Mas os anciãos da aldeia falam de sonhos estranhos, compartilhados por toda a comunidade. Sempre apontando para a Biblioteca Mário de Andrade. Você dedicou sua vida ao ativismo pelos direitos indígenas, e agora, observando o prédio histórico pela janela do café do outro lado da rua, sente que está prestes a descobrir algo muito maior do que imaginava.
Introdução 3: O Agente Novato
Seu primeiro dia na Arkan não foi nada como esperava. Em vez do escritório corporativo normal, você foi direcionado para uma sala subterrânea da Biblioteca Mário de Andrade. “Desaparecimento de um pesquisador”, disseram. “Caso sensível”. Mas enquanto desce as escadas de serviço, as luzes piscando acima de sua cabeça, você não consegue ignorar o som. É como um canto distante, quase imperceptível, mas que faz seus pelos se arrepiarem. Seu supervisor disse para ignorar “anomalias sensoriais”, mas ninguém mencionou que elas seriam tão… pessoais.